quinta-feira, 1 de junho de 2017

a heart that's been broken is a heart that's been loved.

eu não queria vir trabalhar hoje.
mas vim.
eu tento não dar atenção, mas meu coração tava pesado... mágoa, ou tristeza, ou decepção... não sei ao certo.
eu não entendo porque... eu me pergunto porque. chegando aqui, encontro você, indo embora.
e a minha vontade é chegar e te abraçar e gritar com você, mas eu só respondo o seu "oi Julinha" como eu posso, tentando esconder o furacão de emoções que estão ali.
você deve ter percebido, porque perguntou se estava tudo bem, eu só abanei a cabeça, dizendo que sim, e logo depois você tenta confirmar, e eu reafirmo que sim.
você então segue. vai embora. vai pra sua vida. e eu fico aqui, com o coração cheio, transbordando de tanto sentimento, tanta confusão. 
dá vontade de ir atrás de você e perguntar porque você não foi. você sabia que não ir significaria alguma coisa. pra mim, pra ela. eu não sei se ela sabia, mas eu sabia. é tão ruim ver você indo cada vez mais embora. a cada data, a cada situação em que você me mostra claramente as suas escolhas, você arranca um pedacinho de mim. 
eu vim pra minha sala, enfiei meu rosto nas minhas mãos e tentei respirar. tem sido difícil respirar ultimamente. nada disso faz sentido. não é possível que seja simples assim: eu te amo. você é um fdp. eu sou uma otária. não é possível que seja isso.
então eu fui trabalhar, com a cabeça a mil, eu foquei no que eu sei fazer. e melhorou um pouco.
mas agora aqui sozinha, volta tudo. tudo a noite é pior. é sempre pior. 


meu aniversário está chegando. por mais que eu não queira esperar nada de você, eu ainda espero. 
tô tentando aprender a não esperar nada de você. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário

I knew haunt all of "my what ifs"

uma das melhores amigas da minha mãe, uma mulher de fé, veio conversar comigo no natal. disse que sonhou que conversavamos no sonho dela e e...